segunda-feira, 25 de julho de 2016

A mentira silenciosa

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 Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo. Efésios 4:25

       Disse um certo fabricante de sabão: "Para eu ser crente importaria na minha falência. tudo o que tenho anunciado a respeito do meu sabão representa a verdade, mas há uma coisa que não posso anunciar. O sabão enfraquece o tecido da roupa, os fregueses não percebem isso, e se eu contasse a verdade toda, as vendas acabariam e teria de fechar a fábrica".
       Ele reconheceu que evangelho exige a honestidade. Há ocasiões quando o silêncio vale uma mentira.  Esta pequena ilustração mostra a grande importância de se falar e praticar a verdade.
       A omissão é uma mentira silenciosa utilizada por quem não gosta de assumir suas atitudes e responsabilidades. 
       Uma mentira composta da metade de uma verdade é capaz de enganar; enquanto uma mentira composta só de invericidade é mais facilmente reconhecida como tal. Um pecado não deixa de ser pecado por ser composto de meias verdades.
       sejamos escrupulosos no falar e no agir   
       Deus abomina a mentira e por isso não suporta a presença dos mentirosos. O inimigo de Deus, é descrito na Bíblia como o pai da mentira.  

Quem pratica a fraude não habitará no meu santuário; o mentiroso não permanecerá na minha presença. Salmos 101:7

Rev. Eduardo 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

O Batismo



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                 Há poucos dias fui abordado sobre o tema “Batismo”, a abordagem foi a seguinte.
- Pastor vocês presbiterianos praticam o batismo católico, pois o único batismo bíblico e por imersão.
             Respondi com argumentos bíblicos, então achei pertinente uma abordagem. O objetivo aqui não é atacar os irmãos imersionistas, mais tentar mostrar de maneira clara o posicionamento Presbiteriano sobre o assunto. Este assunto foi abordado pelo blog Presbiteriano Calvinista em 2008.
           
I – O QUE É BATISMO?

            O nosso Breve Catecismo diz que “o batismo é o sacramento no qual o lavar com água em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, significa e sela a nossa União com Cristo, a participação das bênçãos do pacto da Graça, e nosso compromisso de pertencemos ao Senhor” (Breve Catecismo pergunta 94).
Nesta definição de Batismo oferecida por nosso símbolo de fé podemos destacar algumas coisas:

O batismo é um Sacramento:
            O termo “Sacramento” significa algo que é Santo. Um sacramento, dentro da definição presbiteriana, é “um sinal visível de uma graça invisível” que tem sido destinada aos crentes em Cristo , devemos levar em consideração este conceito, o batismo não é qualquer coisa, tem valor e muito valor.

 O batismo significa e sela a nossa união com Cristo:
            O batismo aponta para a realidade de que fomos alcançados por Cristo, Deus declara-nos que fomos salvos e que lhe pertencemos mediante este sacramento.

II – ANALISE DO TERMO  BATISMO
            Os imersionistas dizem que o termo Batismo significa sempre “Imergir na água”. Dizem que os termos “
Baptw”(Baptô) e “Baptizw”(Baptizô) sempre tem essa conotação. É verdade que no grego clássico estes termos significavam “imergir”, todavia, o grego Novo Testamento é o Grego conhecido como Koinê (Aquilo que é comum, aquilo que é do povo). E os termos nunca são empregados no Novo Testamento com esse sentido de imergir.

A)    Batizar nem sempre é imergir:
            Cristo não se Batizava antes de comer veja o que diz Lucas 11.38, o vocábulo grego empregado é “ebaptisqh” (Ebaptisthê). Outro fato interessante é o que Marcos diz em 7.4 “quando voltam da praça, não comem sem se aspergirem
( baptiswntai - baptisôntai); e há outras cousas que receberam para observar, como a lavagem ( baptismou - Baptismus) de copos, jarros e vasos de metal e camas”.
            Ora, se a palavra “Batismo” significa somente imergir, então, como explicar a imersão das camas de dormir – em qual tanque eles praticavam isso? No rio Jordão? Como? Levavam a cama na cabeça até o rio?
            Como explicar Dn.4.25? Na versão grega do Antigo Testamento (Conhecida como Septuaginta) diz que “Nabucodonozor foi batizado no Orvalho do Céu”. Ele foi mergulhado no orvalho? Uma gota de chuva prova a imersão ou a aspers

B) Batizar não é sepultar:
            Os imersionistas advogam que o Batismo é símbolo da morte de Cristo. E apelam para Romanos 6.4ss , estes textos fala de nossa identificação com Cristo no Batismo dele que é caracterizado como a sua morte, e este batismo, sela nossa união com Ele. Associam que o descer à sepultura de Cristo, é figura do seu batismo, a pergunta é: Cristo foi sepultado como nós ocidentais somos? Ele foi baixado na cova, ou foi sepultado dentro de uma rocha, ou caverna? Então, o modelo de nosso sepultamento não serve para tal simbolismo do batismo de Cristo.

III – JOÃO, O BATISTA – UM IMERSIONISTA?

            Os imersionistas agarram-se a João Batista dizendo que ele praticou a imersão. Será que João praticou a imersão no seu ministério?Alguns argumentam que ele batizou no Rio Jordão, ora se ele batizava em um rio, logo, ele batizava por imersão. Parece-nos uma conclusão lógica.Temos alguns problemas com essa argumentação:

1) Quem era João Batista?
            Todos nós sabemos que João era o primo de Cristo, e Filho de Isabel e Zacarias. Mas qual é era a função João? Jesus disse que João era Profeta. Por isso, Cristo disse que ele era o Elias prometido conforme profetizado por Malaquias 4.5, isto é fato descrito por Mateus 11.10-13. O que iria fazer o “Elias prometido”? Em Malaquias 3.1,3 diz que ele “purificará os filhos de Levi”, mas como era feita a purificação dos Filhos de Levi? Era por imersão ou aspersão? Veja o que diz Números 8.6-7. Então, João não poderia ser um imersionista.

2) João como profeta não poderia introduzir um novo rito de purificação:
             É público e notório que todos os ritos de purificação no V.T eram por aspersão, e todos os profetas praticaram a aspersão como rito de purificação, especialmente porque Moisés havia recebido a ordem de Deus para isso, logo, nenhum profeta poderia alterar o rito, como João, sendo um judeu levita, poderia introduzir tal rito estranho? Basta olharmos o primeiro capítulo do Evangelho de João 1.25 (evangelista) para vermos que isso era impossível.

IV – ALGUMAS PASSAGENS DA ESCRITURA E ASPERSÃO PROVADA
            Neste momento queremos mostrar alguns textos das Escrituras onde a imersão não aparece, e torna-se evidente que a aspersão é o caso aplicado. Estes textos provam que a imersão nunca foi uma prática bíblica, e assim, a aspersão é bíblica – não pode existir duas verdades quando uma se opõe a outra, vejamos:

1) Paulo não foi imerso:
            Não há como negar que Paulo foi batizado em pé Atos 9.18; 22.16. A expressão no original grego anastas ebaptisqh (anastas ebaptisthê) o particípio grego “anastas” indica que houve uma ação simultânea entre o levantar e ser batizado. Não há porque supor que havia um tanque batismal na casa para isso, pois, tal não era a prática de judeus já apegados a aspersão.

2) As abluções são traduzidas por batismos:
            O autor do livro de Hebreus que as várias cerimônias de purificações no V.T são chamadas de “batismos” isso no capítulo 9.10 e as descreve nos versículos 19-22

3) Como explicar a imersão em I Corintios 10.1,2:
            É possível ser imerso na nuvem? Ou no Mar Vermelho? Os israelitas foram imersos no Mar Vermelho? Não foram os egípcios? Como podemos ser mergulhados em Moisés? Este texto só tem explicação se a aspersão foi admitida no termo “batismo” que é empregado aqui.

4) Atos 2.41 prova a imersão?
            A resposta é não. Porque os imersionistas não consideram algumas coisas.
4.1) não havia rio dentro da cidade de Jerusalém.
4.2) como mergulhar 3 mil pessoas em um dia, em um local sem águas para a imersão ser praticada..


Conclusão
            Este estudo tem o caráter de ser uma introdução ao assunto, solicitamos que todos possam estudar este assunto com afinco, e assim, possamos resgatar a nossa identidade.

1) A Confissão de Fé de Westminster;
2) O Breve Catecismo de Westminster;
3) O Catecismo Maior de Westminster.
4) Novo dicionário internacional de teologia (DIT)
5) Novo Testamento Grego
6) Léxico Grego Analítico
7) Noções do Grego Bíblico
9) presbiterianoscalvinistas.blogspot       

terça-feira, 30 de abril de 2013

PARE- OLHE – ESCUTE


Estas palavras geralmente encontradas nos cruzamentos de estradas  com ferrovias. É uma advertência útil a segurança de quem está transitando por tal cruzamento. E essas mesmas palavras podem ser uteis, como advertência, à segurança de nossa alma.

                PARE- na carreira de sua vida. Pare para pensar. Qual é a preocupação principal de sua vida? Desenvolver seu físico  para ser um bom atleta? Estudar para ser um intelectual? Trabalhar  para melhorar a situação econômica da família? Tudo isto é bom, não resta duvida. Mas pare pra pensar e descobrir se qualquer uma destas finalidades tem caráter permanente. Qual delas oferece segurança para sua alma? São coisas boas e licitas, mas relacionadas com a vida terrena, e, portanto secundarias. Na sua vida primeiramente devem ocupar a nossa vida as coisas permanentes. “Buscai primeiro o reino de Deus e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.   Pare pra pensar neste assunto
                OLHE em redor, e veja como muitos estão passando desta vida sem preparação alguma para se encontrar com Deus. Olhe o mundo, observe que tudo esta se encaminhando para o grande dia do Senhor. Olhe para traz na sua vida, e repare quantas oportunidades Deus tem lhe dado. Olhe a bondade de Deus e como Ele tem tido paciência consigo com você; mas não abuse desta paciência porque assim a bondade se tornará em severidade (Rm 8.22). Olhe para o futuro desconhecido; naquele futuro está o dia de seu encontro pessoal com Deus.
                ESCUTE agora a voz de Deus pela sua palavra; pelo pregador do evangelho; pelos amigos, que deseja seu bem. Escute as orações dos que estão intercedendo a seu favor. Escute aquilo que a bíblia te fala, mude de vida, reconcilie com Deus. diga como Pedro “Senhor salva-me” (Mt 14.30) salvar das armadilhas do mundo, das adversidades, salvar da sua natureza.
Onde está a sua segurança? Na suas forças, na igreja?  Por isto te digo Pare, olhe, escute.
                               Rev. Eduardo Cavalcante

sábado, 4 de dezembro de 2010

Louvor.

Louvor é a expressão da alma alegre e, sobretudo agradecida a Deus, por sua misericórdia, que se renova a cada manhã, as quais são a causa de não sermos consumidos (Lm. 3.22). O único sentido do louvor deve ser Deus. Diante de tal definiçao fica a pergunta, para quem tem sido dirigido o louvor? o Salmo 146 nos define a quem deve ser o nosso louvor.
1- O criador de todas as coisas (V6).
2- O Deus da historia (V 5).
3- O meu Deus (V. 2).
A pergunta é: o modelo de culto contemporanio, as grandes bandas tidas como ministerio de louvor, as megas igrejas, os grandes pastores que de tão grande já nao querem mais serem pastores tem influenciado o nosso louvor ou a quem é o nosso louvor é digirido?
fica com vcs.

Louvor.

VOLTEI AO BLOG.

QUERIDOS IRMÃOS. ESTOU DE VOLTA AO BLOG. DEPOIS DE UM LONGO PERIODO DE AUSENCIA.
DEUS ABENÇOE A TODOS.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

PORQUE DEUS PERMITE AS TRAGEDIAS

Sabemos que Deus e Soberano. E que nada acontece sem sua autorização, sem sua a permissão. Creio que Deus permite tudo que acontece tanto o bom quanto o ruim. tanto a alagria quanto a tristeza. Mas a pergundo que quero deixar é. Porque Deus tem permitido tantas tragedias nos ultimos dias?